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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

CENTRO DE ARTESANATO DA PRAIA DOS ARTISTAS
A VISÃO DO VISITANTE QUE O GOVERNANTE NÃO TEM.
Hoje pela manhã recebemos a visita de um senhor por nome de Augusto, dizendo ele ser consultor de empresa, residente na cidade de Fortaleza/CE, muito gentil e bastante admirado com o nosso empreendimento comercial, inclusive se ofereceu pra fazer uma matéria do mesmo, para colocá-la no Google, mediante nossa concordância, a fim de propiciar através da net uma ampla divulgação do Centro de Artesanato. Segundo ele, o nosso modelo de mercado é muito acessível e funcional, tem uma grande variedade de produtos, os melhores preços, bom atendimento e ótima localização. Ficou mais admirado ainda quando soube que todo o nosso investimento foi com recursos próprios, ou seja, o Banco do Brasil apenas financiou uma parcela, mas, cobrando e recebendo o valor financiado a juros de mercado com base no programa dos DRS, não havendo nenhuma contra partida do poder público. Ao ouvir essa informação fez uma menção com relação ao tratamento dado neste setor pelo estado do Ceará,  citando como exemplo do mercado central de artesanato de Fortaleza, que foi feito pelo poder público e entregue aos comerciantes de artesanato. Esse fato foi o que lhe chamou mais atenção da falta de visão e incentivo por parte dos nossos governantes, principalmente dos órgãos ligados ao turismo, salientando a nossa representatividade no mercado de artesanato tanto no tocante a geração de emprego e renda, como sendo também um atrativo a mais no seguimento turístico de produtos artesanais e gastronomia regional.  
Com base nessa visão e declaração espontânea desse turista e cidadão cearense, o senhor Augusto, feita sem nenhuma pretensão remuneratória, é onde se encaixa a pergunta que não quer calar!  Por que não merecemos a devida atenção por parte do poder público? Haja vista, quando há vontade política tudo ou quase tudo é possível.
E, por que a gente sendo parte integrante da atividade turística, a qual é uma das principais fontes de emprego e renda da nossa Cidade e do nosso Estado, não é reconhecido pelos governantes dentro deste contexto?  É preciso vir um visitante de outro estado para fazer esse reconhecimento do nosso valor e o que representamos no seguimento turístico de nossa Cidade?

São essas e outras interrogações sem respostas, que nos impulsionam cada vez mais a seguir em frente e superar as adversidades.